Seguidores

domingo, 21 de abril de 2013

Livro : Sertões do Rio Cágado

Aconteceu ontem dia 20 à noite, na Praça Geraldo Fulco a Noite de Autógrafos do renomado escritor pequeriense Júlio Cézar Vanni, dando continuidade ao livro "Sertões do Rio Cágado"em sua 2ª edição. O livro narra a história da origem dos povoados, vilas e cidades que integram a bacia hidrográfica do Rio Cágado- MG.
Muitos textos deste blog foram retirados deste livro, especialmente, e com a prévia autorização do autor, amigo de sempre.
O evento contou com a presença de amigos do escritor e historiador, que foram prestigiá-lo.
Houve ainda show de bandas na locais na praça após o evento.
"COM O TEMPO SEMPRE PASSANDO
A HISTÒRIA VAI SE PERDENDO...
DE POUCOS VAMOS LEMBRANDO,
DE MUITOS VAMOS ESQUECENDO".
(Júlio C. Vanni)
Algumas fotos do evento:





 Na capa do livro, foto tirada por mim na Cachoeira  Passos da Pátria (Rio Cágado)
                                                            

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Despedida do Pe. Luciano Atanázio

Acontecendo em Pequeri a despedida de nosso Pároco Padre Luciano Atanázio, que está conosco há 09 anos, sempre dedicadíssimo em sua maravilhosa tarefa de levar a palavra de Deus aos fiéis. Além de Pequeri ainda celebrando em Saudade (Distrito de Mar de Espanha), Sarandira (distrito de Juiz de Fora ) algumas vezes em Santa Helena (Distrito de Bicas) trabalhando ainda na Fazenda Esperança em Guarará na recuperação de dependentes .Ontem após a Missa das 19 horas, com a Igreja repleta, muitas foram as homenagens prestadas,e agradecimentos de toda a comunidade como por ex. o Ex-prefeito Raul, o Prefeito atual Joaquim ,Grupo Feliz Idade, Ministros, Catequistas, Escolas, Crianças e adolescentes e num telão foi mostrado num vídeo muitas fotos com Padre Luciano em diversas festas, casamentos, batizados, missas e eventos diversos. Houve ainda uma confraternização no Salão Paroquial após a Missa. Padre Luciano irá para a Paróquia de Nossa Senhora Aparecida, Bairro de Juiz de Fora, ficando em seu lugar em Pequeri Padre Ademir, que era da paróquia de São João Nepomuceno.

 Obrigada Padre Luciano, pelas palavras, pelos ensinamentos, pelo carinho, lembranças em meu coração. Que Deus te abençoe e te guarde em sua nova missão.
 
 
Benção da Água — com Luciano Atanázio.



Algumas fotos que consegui tirar ontem :





"Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa só.Leva um pouco de nós mesmos; deixa um pouco de si mesmo."

terça-feira, 9 de abril de 2013

Livro : Sertões do Rio Cágado

O professor Júlio cézar Vanni vai lançar a 2ª edição do livro Sertões do Rio Cágado, em Pequeri, no dia 20 de abril. A obra é pioneira quando se fala em historiografia mineira e no Vale do Paraíba: origem de povoados, vilas e cidades que integram a bacia hidrográfica do Rio Cágado (Mar de Espanha, Guarará, Bicas, Pequeri, Marapá de Minas, Santana do Deserto, Chiador, Sarandira, Juiz de Fora e outras localidades da Zona da Mata Sul).
Já estou ansiosa aguardando o lançamento desta segunda edição, e agradeço ao brilhante professor, advogado e historiador, pois este livro foi a Fonte de  muitos textos da história desta cidade colocados aqui neste Blog.
Parabéns, Júlio e obrigada por nos presentear por este livro que com certeza será um sucesso!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Paisagens pequerienses

Plantar é cultivar a vida ,através de uma semente.
Plante hoje, para viver amanhã...






domingo, 31 de março de 2013

Feliz Páscoa!

Páscoa

                              Páscoa

A palavra Páscoa vem do Hebraico e significa “passagem” a “passagem” foi a libertação do povo de Israel, nação escolhida por Deus, das mãos opressoras do Egito. Deus enviou Moisés para libertar aquele povo sofrido da escravidão e levá-los a então sonhada Terra Prometida. Porém, não foi tão fácil: Faraó não queria perder o braço escravo do Egito. Então, Deus enviou as 10 pragas. A partir do capítulo 11 de êxodo, encontramos o relato da décima praga: A morte dos primogênitos e para que o povo de Israel não morresse Deus pediu para que cada família sacrificasse um cordeiro sem defeito. O sangue do cordeiro deveria ser passado nas ombreiras das portas para ser o sinal de que ali morava alguém que temia Deus. Todo aquele que fizesse isso, estaria salvo de que seu filho primogênito morresse. Deus feriu a terra do Egito, conforme havia determinado. Quando esse fato ocorreu, Faraó libertou o povo escolhido por Deus. Dando origem a comemoração da Páscoa para o povo Hebreu. Jesus, ao vir a este mundo, foi apresentado como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” – aquele Cordeiro que foi morto pelo povo de Israel simbolizava Jesus. Jesus foi morto, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Jesus, hoje é a nossa Páscoa! No evangelho de Mateus, capítulo 26, é narrada a celebração da última Páscoa de Jesus aqui na terra. A partir do versículo vinte e seis encontramos a instituição da Páscoa pelo senhor Jesus. Jesus oferece sua vida, simbolicamente representada pelo pão e o vinho, ambos sem fermento que representam seu corpo e sangue, os quais Ele entregou na Cruz pelos nossos pecados. Portanto, comemorar a Páscoa significa entender que na ressurreição está a Cruz e o Sacrifício. Significa festejar a nova vida que o Sacrifício de Jesus nos garante através de sua Ressurreição. Creia que o poder que ressuscitou Jesus Cristo da morte é o mesmo poder que deseja habitar em você. Jesus Cristo morreu por nós! Esse é o maior ato de amor que o Universo já presenciou. O sangue do Cordeiro protegeu os moradores que o colocaram em suas portas. Hoje, o sangue de Jesus nos garante a vida Eterna...!


                     A origem dos ovos de Páscoa
Apesar de tantos formatos, o ovo de páscoa sempre esteva ligado à celebração da vida.
Apesar de tantos formatos, o ovo de páscoa sempre esteva ligado à celebração da vida.
Na Páscoa, a celebração da morte e ressurreição de Cristo serve como um momento especial para que os cristãos reflitam sobre o significado da vida e do sacrifício daquele que fundou uma das maiores religiões do mundo. Contudo, muitos não conseguem visualizar qual a relação existente entre essa celebração de caráter religioso com o hábito de se presentear as pessoas com ovos de chocolate.
Para responder a essa pergunta, precisamos voltar no tempo em que o próprio cristianismo estava longe de se tornar uma religião. Em várias antigas culturas espalhadas no Mediterrâneo, no Leste Europeu e no Oriente, observamos que o uso do ovo como presente era algo bastante comum. Em geral, esse tipo de manifestação acontecia quando os fenômenos naturais anunciavam a chegada da primavera.

Não por acaso, vários desses ovos eram pintados com algumas gravuras que tentavam representar algum tipo de planta ou elemento natural. Em outras situações, o enfeite desse ovo festivo era feito através do cozimento deste junto a alguma erva ou raiz impregnada de algum corante natural. Atravessando a Antiguidade, este costume ainda se manteve vivo entre as populações pagãs que habitavam a Europa durante a Idade Média.

Nesse período, muitos desses povos realizavam rituais de adoração para Ostera, a deusa da Primavera. Em suas representações mais comuns, observamos esta deusa pagã representada na figura de uma mulher que observava um coelho saltitante enquanto segurava um ovo nas mãos. Nesta imagem há a conjunção de três símbolos (a mulher, o ovo e o coelho) que reforçavam o ideal de fertilidade comemorado entre os pagãos.

A entrada destes símbolos para o conjunto de festividades cristãs aconteceu com a organização do Concilio de Niceia, em 325 d.C.. Neste período, os clérigos tinham a expressa preocupação de ampliar o seu número de fiéis por meio da adaptação de algumas antigas tradições e símbolos religiosos a outros eventos relacionados ao ideário cristão. A partir de então, observaríamos a pintura de vários ovos com imagens de Jesus Cristo e sua mãe, Maria.

No auge do período medieval, nobres e reis de condição mais abastada costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus com o uso de ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas. Até que chegássemos ao famoso (e bem mais acessível!) ovo de chocolate, foi necessário o desenvolvimento da culinária e, antes disso, a descoberta do continente americano.

Ao entrarem em contato com os maias e astecas, os espanhóis foram responsáveis pela divulgação desse alimento sagrado no Velho Mundo. Somente duzentos anos mais tarde, os culinaristas franceses tiveram a ideia de fabricar os primeiros ovos de chocolate da História. Depois disso, a energia desse calórico extrato retirado da semente do cacau também reforçou o ideal de renovação sistematicamente difundido nessa época.


Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 28 de março de 2013

Programação da Semana Santa

Esta é a programação da Semana Santa da Igraja Matriz de São Pedro Apóstolo :



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...